domingo, 21 de novembro de 2010

Ninguém me ama

um clássico de antonio maria, com nora ney, em homenagem à indiferença com este blog (heuheueheie)

sábado, 14 de agosto de 2010

Uma perguntinha básica

Tive muitos acessos, muitos leitores, mas praticamente abandonei este blog.
Gostaria de saber quem ainda acessa os Instantâneos do Samba.
Você que me lê, deixe um recado.
Isso pra eu saber se paro ou continuo.
Valeu.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Adoniran Barbosa Centenário!!!

100 anos do paulista que soube como ninguém cantar a terra da garoa.
Vídeos:
Adoniran e Elis Regina (1978)


Adoniran no programa Ensaio, nos anos 1970


Adoniran e Clementina de Jesus (1980)

domingo, 23 de maio de 2010

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Instantâneos do Samba não morreu!!!

Antes que complete um ano da última postagem, vou dizer a meus possíveis e improváveis leitores que eu não desisti deste blog, nem desisti de suas intenções iniciais, que eram servir de apoio para um pretenso programa de rádio que nunca saiu do papel.
Mas eu sou brasileiro e não desisto nunca, e vou fazer o programa de rádio nem que seja daqui a mil anos, e não vou desistir nem do samba, nem da música, nem da arte, nem do amor e nem dos meus blogs!
Tenho dito.
Em tempo: este post vai como uma homenagem à Mercedes Sosa, que morreu ontem na Argentina.
A canção não morrerá!

sábado, 11 de outubro de 2008

CARTOLA 100 ANOS

Hoje, Cartola completaria 100 anos, se estivesse vivo.
Os Instantâneos do Samba já homenagearam o compositor, com dois posts publicados há alguns meses, mas nunca é demais escrever a respeito e venerar a memória de um dos maiores gênios brasileiros de todos os tempos. Um Poeta nunca morre. A influência de Cartola na música brasileira é comparável à influência de Mozart na música européia. O compositor era dono de uma verve literária e de um estilo únicos, que renovaram e modernizaram a maneira de compor o samba, além de propor uma nova estética para as letras.
Cartola é sempre maravilhoso. Como um grande gênio, jamais será esquecido, e jamais morrerá.

A seguir, trechos da entrevista que Cartola deu, em 1974, 6 anos antes de morrer, ao programa Ensaio, da TV Cultura.

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

PARAÍLIO & CABIDE DE MOLAMBO

Algumas fotos de Paraílio Cunha & Cabide de Molambo, em dois momentos distintos de 2006.
Sesc-Ponta Grossa, maio de 2006.
Arajan Cunha, Marcelo Teixeira, Paraílio Cunha, Nicolau Schmidt, Fabrício Cunha e André Rosa

Outra apresentação, em março de 2006
André, Marcelo, Paraílio e Fabrício. Ao fundo, o quadro do Pixinguinha.

AGORA, SOMOS HISTÓRIA!!!

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

JOÃO PARAÍLIO CUNHA (1925-2008)

Alguns dizem que a morte é a suprema ironia do destino. Um belo dia, morremos. Então, nada mais faz sentido algum. Ainda que se acredite num estado posterior à morte, é inevitável pensar que a ausência será irreversível.
Na semana que passou, morreram duas pessoas importantes: minha tia Eny, irmã da minha mãe, faleceu na terça-feira. Hoje, quando saía da faculdade, fui informado da morte de João Paraílio Cunha.
Paraílio Cunha, homenageado no Sesc, em 2006

Seu Paraílio, como era conhecido, ou Mestre Paraílio, como eu preferia chamá-lo, foi uma das grandes figuras do samba e do choro em Ponta Grossa. Quando falo ou escrevo sobre o "samba em Ponta Grossa", a reação de muitas pessoas é às vezes de espanto, outras de deboche. Quase sempre é necessário contar que sim, Ponta Grossa tem tradição de samba e choro, que aqui apareceu de uma maneira peculiar - através dos operários da extinta Rede Ferroviária Federal S/A - e se desenvolveu principalmente nos bairros de Olarias e Oficinas, onde vivia um grande número de trabalhadores da Rede, que também mantinha forte ligação com agremiações como Olinda Esporte Clube e o centenário Clube 13 de Maio. O samba chegou em PG - como quase tudo, entre o final do século 19 e a primeira metade do século 20 - pelo trilho do trem.
João Paraílio Cunha nasceu em Jaguariaíva, em 1925. Era funcionário da Rede Ferroviária, mas a música e seu estilo de tocar o cavaquinho e o violão, o tornaram desde a mais tenra idade em um dos grandes músicos do seu tempo. Em 1960, ele veio a Ponta Grossa e aqui fez parte de vários conjuntos que animavam bailes nos clubes da cidade com sambas e boleros. Gravou um disco com o conjunto Choros Eternos, que era formado pela velha guarda da música princesina.
Tive o privilégio de conviver e tocar com esta figura maravilhosa, um verdadeiro Mestre da música e da arte de viver. Jamais poderei esquecer da noite em que o Cabide de Molambo apresentou um espetáculo, que reuniu um grande público no Sesc, e fizemos uma homenagem especial a ele e à sua história. Quando o convidamos para o palco, ele foi ovacionado pela platéia.
Aquele foi um dos dias mais mágicos e felizes da minha vida.
Sua perda é irreparável, especialmente nestes dias em que a grandeza de caráter é tão ausente da nossa bela vidinha social...
Em sua homenagem,este post e a lembrança de um ser humano alegre, solidário, um grande músico e um Grande Homem, que com seu exemplo de vida e de arte, jamais será esquecido.
Mestre Paraílio, vamos sentir saudades!

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

DE VOLTA AO SAMBA

Depois de dois anos fora dos palcos, participei, junto com meus amigos Osmário, Marcelo, Angelo Passos, Nicolas, Luciano Miguel de duas apresentações, em Curitiba. Foram nos dias 7 e 14 de setembro, na Venda da rua José Sabóia Cortes, Centro Cívico. O espaço é bem bacana, fica próximo ao Museu Oscar Niemeyer e do Bosque do Papa. Foram duas apresentações mesclando nosso repertório dos tempos do Cabide de Molambo com algumas "velhas coisas novas". Fazia algum tempo que ensaiávamos Novos Baianos e músicas do Noel Rosa, e ontem, dia 14, foi a primeira vez que a gente executou "Tarzan, o filho do alfaiate", do Noel, e "Mistério do Planeta", do Moraes e Pepeu. Também estavam no repertório "Não faz, amor", "Cem-mil réis", "Filosofia", "Fita Amarela", todas do Noel Rosa e várias outras do repertório do samba clássico.
Sinceramente, foi legal sacudir a poeira do pandeiro, que andava meio esquecido, num canto lá de casa, e botar a voz pra fora, novamente. Se isso vai continuar ou não, ainda não sabemos. Mas acho que a mosca-azul me picou novamente.

terça-feira, 8 de julho de 2008

Eu e minhas ausências

Olá, leitores dos Instantâneos.
Prometo para a próxima semana, no mais tardar, um tópico novinho em folha, sobre um disco da Clementina de Jesus.
Não percam os Instantâneos de vista.